Veja quem são os artistas brasileiros que mais faturam mesmo após a morte

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Veja quem são os artistas brasileiros que mais faturam mesmo após a morte

Veja quem são os artistas brasileiros que mais faturam mesmo após a morte

09.12.2014 Notícias
Eles já se foram há algum tempo, mas suas obras são imortais. Veja na galeria a seguir os artistas brasileiros mortos que ainda fazem sucesso e garantem as suas famílias pequenas fortunas.
 
A 11ª colocação fica com o cantor que era uma verdadeira metamorfose ambulante, Raul Seixas. Ele morreu em 1989, aos 44 anos, mas seus sucessos ainda rendem grandes cifras as suas três filhas.
 
Cartola é o ocupante da 10ª posição. O grande sambista morreu em 1980, aos 72 anos.
 
Em 9º lugar está o baiano Dorival Caymmi, ele morreu em 2008, aos 94 anos. Os três herdeiros de Caymmi seguiram os passos do pai e também são músicos.
 
Cazuza ficou na 8ª posição. O músico que fez história nos anos 80 à frente do irreverente Barão Vermelho e depois em carreira solo morreu precocemente, aos 32 anos, vítima de Aids. Os ganhos que suas canções geram até hoje sustentam a Fundação Viva Cazuza, que atende a pessoas contaminados com HIV.
 
O Rei do Baião está em 7º lugar na lista do Ecad. Luiz Gonzaga morreu aos 72 anos e, passados 25 anos de sua morte, ele é o artista que mais ganha com direitos autorais durante as festas juninas.
 
A 6ª posição é de Chorão, o líder da banda Charlie Brown Jr. O roqueiro morreu em março de 2013, aos 42 anos, vítima de overdose. Em 15 anos de carreira, os roqueiros venderam mais de cinco milhões de discos e a procura disparou ainda mais depois da morte de Chorão, a banda nunca vendeu tanto.
 
Vinícius de Moraes é o 5º da lista. O poeta buscava inspiração na boemia e nas mulheres para compor suas canções. É de sua autoria a obra prima Garota de Ipanema. O hino da bossa nova foi regravado em dezenas de idiomas e garante até hoje a sua família bons lucros.
 
Renato Russo está em 4º lugar. O músico morreu aos 36 anos e, enquanto ainda estava vivo, o Legião Urbana vendeu 20 milhões de discos. Atualmente, os roqueiros de Brasília vendem, em média 250 mil discos ao ano.
Gonzaguinha, filho de Luiz Gonzaga, aparece na terceira colocação. O cantor e compositor morreu aos 45 anos em um acidente de carro.
 
A medalha de prata fica com o astro Tim Maia. O cantor sempre foi sinônimo de polêmica, mas, acima de tudo, de boa música. Filmes e peças de teatro atraíram a atenção para o artista e aumentaram ainda mais a arrecadação, que chega a R$ 200 mil mensais.
 
É do maestro Tom Jobim o título de número um da lista. Pianista, cantor e compositor, ele se tornou um dos músicos mais respeitados do mundo. A parceria com Vinícius de Morais em Garota de Ipanema rende, segundo uma revista especializada, R$ 400 mil em direitos autorais.
 

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